my parachutes

I turn the music up, I got my records on, I shut the world outside until the lights come on, Maybe the streets alight, maybe the trees are gone, I feel my heart start beating to my favourite song. - All the posts and photos posted by me are from reliable sources, where I have total freedom to put them. Any questions can come in my ASK (otherwise than anonymous, of course)
0 plays

buckin-love:

Coldplay - Oceans (Live @ Later… with Jools Holland)

Há 5 meses on Maio 3rd, 2014 | J | 219 notas
default album art
Song: The Goldrush
Artist: Coldplay
Album: B-side Viva la Vida or Death and All His Friends
Played: 389 times.

42-coldplay:

Coldplay – The Goldrush

We’ve been digging so long that we never see the sun

Há 8 meses on Fevereiro 3rd, 2014 | J | 119 notas
Há 9 meses on Janeiro 16th, 2014 | J | 408.786 notas
trendcoffee:

NaCafeteria: O cara perfeito vs. A hora perfeita
Você já esteve num relacionamento com alguém perfeito?
por Kelson Santos
Às vezes, a gente calha de encontrar com a pessoa certa. Não é aquele certo  quase certo. Não é o cara que é bonito mas é burro, não é o inteligente e bonito mas é chato. É aquele cara que você ganha na loteria: gosta de você, é inteligente, tem um papo bacana e é bonito. Mas…
Mas você sente algo errado. Parece estar certo demais, e sua cabeça coloca defeitos onde não tem e em pouco tempo você deixa de dar atenção para a pessoa que provavelmente seria feliz. Ou não seria. Ou você pensou que não seria e acabou com ele por causa disso mas no momento que acaba vê o quanto fulano é bacana e você colocou tudo a perder e se arrepende tão terrivelmente que quase implora por um come-back.

E então… o que será? O cara perfeito não é o desafio. Já pensou se a Cinderela tivesse conhecido o príncipe enquanto ela esfregasse o chão? Tudo é uma questão de tempo certo. Tanto figurativamente quanto literalmente. Conheço casais que se formaram até antes de os dois saírem do armário. E o tempo que me refiro metaforicamente é sobre nossa maturidade emocional. Se o amor da sua vida aparecer enquanto você prefere ouvir techno e cair na pista de dança, ele vai passar feito qualquer um. Assim como o mesmo pode acontecer com você. 
Há quem, mesmo depois de estar no tempo certo, ainda nega a sincronia ou a maturidade e prefere ficar onde conheça, num território que não ofereça risco ao seu sensível coração. Não conhecem as montanhas-russas da vida, não brincam, não viajam.  A zona de conforto só guarda isso: conforto. Nada mais é conhecido. Por isso vale a pena fazermos um caminho desconhecido, estar em vários tempos ao mesmo tempo. Possuir mais de uma razão, permitir mais de uma forma de fazer acontecer uma história - e olha que quem vos fala já foi chamado de pessimista, ok?

Quantas vezes já não ouvimos aquele consolo para menininhas de 15 anos, aquela velha história de “Calma, você vai encontrar alguém e vai saber quando essa pessoa for especial”? Isso é a coisa mais irritante que eu já ouvi de alguém. MAIS IRRITANTE! Simplesmente não se consola alguém assim, ok? Não é encontrar a pessoa certa, é estar no tempo certo. Isso depende muito menos dos outros do que da gente. 
O cara perfeito vai aparecer se você também for perfeito para ele. Ou o imperfeito aparece no tempo imperfeito. Vai do tempo.

trendcoffee:

NaCafeteria: O cara perfeito vs. A hora perfeita

Você já esteve num relacionamento com alguém perfeito?

por Kelson Santos

Às vezes, a gente calha de encontrar com a pessoa certa. Não é aquele certo  quase certo. Não é o cara que é bonito mas é burro, não é o inteligente e bonito mas é chato. É aquele cara que você ganha na loteria: gosta de você, é inteligente, tem um papo bacana e é bonito. Mas…

Mas você sente algo errado. Parece estar certo demais, e sua cabeça coloca defeitos onde não tem e em pouco tempo você deixa de dar atenção para a pessoa que provavelmente seria feliz. Ou não seria. Ou você pensou que não seria e acabou com ele por causa disso mas no momento que acaba vê o quanto fulano é bacana e você colocou tudo a perder e se arrepende tão terrivelmente que quase implora por um come-back.

A hora perfeita

E então… o que será? O cara perfeito não é o desafio. Já pensou se a Cinderela tivesse conhecido o príncipe enquanto ela esfregasse o chão? Tudo é uma questão de tempo certo. Tanto figurativamente quanto literalmente. Conheço casais que se formaram até antes de os dois saírem do armário. E o tempo que me refiro metaforicamente é sobre nossa maturidade emocional. Se o amor da sua vida aparecer enquanto você prefere ouvir techno e cair na pista de dança, ele vai passar feito qualquer um. Assim como o mesmo pode acontecer com você. 

Há quem, mesmo depois de estar no tempo certo, ainda nega a sincronia ou a maturidade e prefere ficar onde conheça, num território que não ofereça risco ao seu sensível coração. Não conhecem as montanhas-russas da vida, não brincam, não viajam.  A zona de conforto só guarda isso: conforto. Nada mais é conhecido. Por isso vale a pena fazermos um caminho desconhecido, estar em vários tempos ao mesmo tempo. Possuir mais de uma razão, permitir mais de uma forma de fazer acontecer uma história - e olha que quem vos fala já foi chamado de pessimista, ok?

O cara perfeito

Quantas vezes já não ouvimos aquele consolo para menininhas de 15 anos, aquela velha história de “Calma, você vai encontrar alguém e vai saber quando essa pessoa for especial”? Isso é a coisa mais irritante que eu já ouvi de alguém. MAIS IRRITANTE! Simplesmente não se consola alguém assim, ok? Não é encontrar a pessoa certa, é estar no tempo certo. Isso depende muito menos dos outros do que da gente. 

O cara perfeito vai aparecer se você também for perfeito para ele. Ou o imperfeito aparece no tempo imperfeito. Vai do tempo.

Há 9 meses on Dezembro 29th, 2013 | J | 15 notas
trendcoffee:

Somos o que somos
Com uma narrativa impensável e instigante, “Somos o que somos” garante seu lugar entre os melhores filmes do ano
por Raphael MorozCertos filmes marcam a ponto de sentirmos que, mesmo depois de já termos saído do cinema, ainda estamos dentro da história. É como se estivéssemos presos à narrativa, sentindo o que os personagens sentem. ‘Os suspeitos’, que vi recentemente na telona, me deixou inquieto na cadeira dos créditos iniciais aos finais. Em algumas cenas, cheguei a cometer aquela atitude clichê de interagir com os personagens, aconselhando-os sobre o que fazer ou não diante de possíveis enrascadas. “Não, não faça isso!” e “vai logo!” foram as frases que eu mais “espirrei” durante a sessão e me senti com 10 anos de idade, faixa etária em que atitudes como essa ainda são aceitáveis. Depois de ver um filme tão impecável como ‘Os suspeitos’, eu não esperava me surpreender com mais nada em 2013. Até ver o excelente ‘Somos o que somos’, que será lançado nos cinemas brasileiros em 29 de novembro.

É provável que esse filme seja tão bom quanto ‘Os suspeitos’ porque, assim como ele, traz à tona o que o ser humano pode ter de mais podre e cruel. Mas não é só isso. A maneira como a narrativa é conduzida também tem parte no mérito. Ficou curioso? Então vamos à sinopse… Moradores de uma vila cercada por lagos e florestas, Iris, Rose e Rory têm de lidar com uma trágica notícia: o recente falecimento de sua mãe, que foi encontrada morta em um riacho da região. Frank, o pai das garotas e do pequeno Rory, passa, então, a ter a missão de comandar o funcionamento da casa. Introspectivo e religioso, ele impõe aos filhos uma série de rituais estranhos e primitivos, o que faz com que a família seja vista pelo restante dos moradores da vila como excêntrica. Paralelamente, há vários desaparecimentos inexplicáveis no local, que passam a ser investigados mais a fundo por um médico legista após este encontrar, em um rio, o que ele acredita que seja um osso humano. A evidência encontrada, logicamente, o instiga a investigar incessantemente os desaparecimentos, mas é o sumiço de sua própria filha, que ocorreu há pouco tempo, que mais o motiva nessa busca por explicações concretas.

Não espere sustos baratos: ‘Somos o que somos’ assombra a plateia com elementos muito mais nobres. São comuns movimentos de câmera que denunciam sombras misteriosas e enquadramentos que dão pistas sobre o mistério – e que mistério! – da narrativa. A trilha sonora também não traz melodias excessivamente “arranhadas”, como é de se esperar de um filme de terror. Ela pontua somente os momentos-chave da história, e o faz de maneira bastante delicada.

Merecem destaque as atrizes que interpretam as filhas de Frank – Ambyr Childers e Julia Garner – e o ator que interpreta o próprio Frank (Bill Sage). Em sua atuação, este oscila entre a violência, o sofrimento e o fanatismo religioso de maneira tão afinada que chega a causar arrepios nos espectadores, que não conseguem prever qual faceta do personagem será “liberada”. Com tantas qualidades, ‘Somos o que somos’ não poderia ter um final medíocre. E, de fato, não tem. Se você já estará de queixo caído após decifrar os mistérios do filme, espere até a última sequência.

Nota do editor: Se o texto do Raphael o deixou tão curioso e você não quer esperar para ver ‘Somos o que somos’, assista o longa em casa!        

trendcoffee:

Somos o que somos

Com uma narrativa impensável e instigante, “Somos o que somos” garante seu lugar entre os melhores filmes do ano

por Raphael Moroz

Certos filmes marcam a ponto de sentirmos que, mesmo depois de já termos saído do cinema, ainda estamos dentro da história. É como se estivéssemos presos à narrativa, sentindo o que os personagens sentem. ‘Os suspeitos’, que vi recentemente na telona, me deixou inquieto na cadeira dos créditos iniciais aos finais. Em algumas cenas, cheguei a cometer aquela atitude clichê de interagir com os personagens, aconselhando-os sobre o que fazer ou não diante de possíveis enrascadas. “Não, não faça isso!” e “vai logo!” foram as frases que eu mais “espirrei” durante a sessão e me senti com 10 anos de idade, faixa etária em que atitudes como essa ainda são aceitáveis. Depois de ver um filme tão impecável como ‘Os suspeitos’, eu não esperava me surpreender com mais nada em 2013. Até ver o excelente ‘Somos o que somos’, que será lançado nos cinemas brasileiros em 29 de novembro.

Somos o que somos

É provável que esse filme seja tão bom quanto ‘Os suspeitos’ porque, assim como ele, traz à tona o que o ser humano pode ter de mais podre e cruel. Mas não é só isso. A maneira como a narrativa é conduzida também tem parte no mérito. Ficou curioso? Então vamos à sinopse… Moradores de uma vila cercada por lagos e florestas, Iris, Rose e Rory têm de lidar com uma trágica notícia: o recente falecimento de sua mãe, que foi encontrada morta em um riacho da região. Frank, o pai das garotas e do pequeno Rory, passa, então, a ter a missão de comandar o funcionamento da casa. Introspectivo e religioso, ele impõe aos filhos uma série de rituais estranhos e primitivos, o que faz com que a família seja vista pelo restante dos moradores da vila como excêntrica. Paralelamente, há vários desaparecimentos inexplicáveis no local, que passam a ser investigados mais a fundo por um médico legista após este encontrar, em um rio, o que ele acredita que seja um osso humano. A evidência encontrada, logicamente, o instiga a investigar incessantemente os desaparecimentos, mas é o sumiço de sua própria filha, que ocorreu há pouco tempo, que mais o motiva nessa busca por explicações concretas.

Não espere sustos baratos: ‘Somos o que somos’ assombra a plateia com elementos muito mais nobres. São comuns movimentos de câmera que denunciam sombras misteriosas e enquadramentos que dão pistas sobre o mistério – e que mistério! – da narrativa. A trilha sonora também não traz melodias excessivamente “arranhadas”, como é de se esperar de um filme de terror. Ela pontua somente os momentos-chave da história, e o faz de maneira bastante delicada.

Somos o que somos

Merecem destaque as atrizes que interpretam as filhas de Frank – Ambyr Childers e Julia Garner – e o ator que interpreta o próprio Frank (Bill Sage). Em sua atuação, este oscila entre a violência, o sofrimento e o fanatismo religioso de maneira tão afinada que chega a causar arrepios nos espectadores, que não conseguem prever qual faceta do personagem será “liberada”. Com tantas qualidades, ‘Somos o que somos’ não poderia ter um final medíocre. E, de fato, não tem. Se você já estará de queixo caído após decifrar os mistérios do filme, espere até a última sequência.

Somos o que somos

Nota do editor: Se o texto do Raphael o deixou tão curioso e você não quer esperar para ver ‘Somos o que somos’, assista o longa em casa!


    

    

Há 9 meses on Dezembro 29th, 2013 | J | 5 notas
Há 9 meses on Dezembro 26th, 2013 | J | 132.945 notas
Há 9 meses on Dezembro 26th, 2013 | J | 148.034 notas
Há 10 meses on Dezembro 1st, 2013 | J | 13.238 notas
Are you dating your relationship status on Facebook?

Anônimo

Only on facebook

Há 11 meses on Outubro 29th, 2013 | J | 0 notas
Are you gay?

Anônimo

I’m human

Há 11 meses on Outubro 29th, 2013 | J | 0 notas
Há 1 ano on Outubro 15th, 2013 | J | 150.052 notas

mundodebesteira:

Early 70’s behind the scenes of Sesame Street with the Muppets.

Há 1 ano on Outubro 14th, 2013 | J | 193.387 notas
coldplaytattoos:

"God give me style, God give me grace"
God Put a Smile Upon Your Face
Source: chiefsmokahontas
Spelling: Give should be replaced with Gave for true lyrics

coldplaytattoos:

"God give me style, God give me grace"

God Put a Smile Upon Your Face

Source: chiefsmokahontas

Spelling: Give should be replaced with Gave for true lyrics

Há 1 ano on Outubro 10th, 2013 | J | 24 notas

seismusicas:

image

——————————————————————————————————————-

SEIS MÚSICAS PARA FAZER SEXO (VERSÃO TRIP HOP)

1. Pecadora - 3 na Massa
2. Underwater Love - Smoke City
3. Hell is Around the Corner - Tricky
4. Pit Stop (Take me Home) - Lovage
5. Splitting the Atom - Massive Attack
6. When I am Shall - Phantogram


Há 1 ano on Setembro 9th, 2013 | J | 370 notas

peetasalive:

ATLAS + CATCHING FIRE PARALLELS

I rise, turning to the force field, fully revealing myself but no longer caring. Only caring about where I should direct my tip, where Beetee would have driven the knife if he’d been able to choose. My bow tilts up at the wavering square, the flaw, the… what did he call it that day? The chink in the armor. I let the arrow fly, see it hit its mark and vanish, pulling the thread of gold behind it. My hair stands on end and the lightning strikes the tree.

A flash of white runs up the wire, and for just a moment, the dome bursts into a dazzling blue light. (pg. 378-379)

Há 1 ano on Setembro 8th, 2013 | J | 2.266 notas